Como Vender os Orçamentos: O que os EUA pode nos ensinar sobre Planejamento de Projetos

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Forte Abraço!

  • Herlanio Queiroz

    Olá… Como Empreender com Orçamentos de Obras?

    • gustavo

      Herlanio, existem várias maneiras … você pode realizar consultorias, planejamento e fiscalização de obras com este conhecimento. Eu gosto muito da parte de composições de preços, alguma inovação nesta área seria interessante … algum sistema de apontamento de produtividade da mão de obra real. Enfim… existe muito espaço ainda para inovar e trabalhar como empreendedor nesta área … eu sou um exemplo disto … se precisar de mais algumas informações me mande um email, se não me falha a memória você é meu aluno .. Abraço e sucesso!

  • João Félix

    O setor de consultoria em engenharia de custos enfrenta hoje uma barreira que se torna gritante, pra não dizer, preocupante. A importância que se confere ao orçamento não é a mesma que se confere ao projeto (design) ou à construção em si, e, claro, há que se convir, percebemos uma certa diferença, de fato. Mas não devia ser assim, não com o grau que verificamos hoje em dia. O cliente (dono de construtora/incorporadora) pensa que apenas o engenheiro de obra daria conta e teria a responsabilidade de resolver tudo, inclusive custos e planejamento; o que é, ao meu ver , um equívoco lamentável. Sou sócio proprietário de uma empresa (Quantificar Assessoria Ltda./www.quantificar.com) especializada em Orçamentação, Planejamento e Controle de Obras, aqui em Goiânia, e temos enfrentado uma dificuldade financeira seríssima neste momento de crise. Há estigmas seríssimos a romper. O orçamento e planejamento são ferramentas ainda desprezadas pelo empresariado. Concordo com você Gustavo, quando diz que o engenheiro devia ser respeitado tal qual um profissional que cobra por consulta. Por isso temos que encontrar um modo de levar essa discussão às entidades de classe, disseminar e “evangelizar” o mercado quanto a importância do trabalho do engenheiro, e em especial, do engenheiro de custos. Agora falando do valor do orçamento, penso que uma taxação por unidade (m²) é um tanto quanto genérica, e despreza particularidades bem comuns, como, por exemplo, a questão a repetição de área, exemplo: num condomínio de prédios, com apartamentos iguais… a área construída a orçar é uma única, talvez de um pavimento apenas, ou seja, a repetição de área deve ter um coeficiente de custo, tal qual se faz com projetos (design), e ainda, trazer à tona a necessidade de uma composição unitária de serviço de orçamento, com análise de coeficientes de produtividade para levantamento, cotação, formação de preço de venda, lançamento no sistema software de orçamento, etc… enfim, um custo por hora técnica, com os profissionais efetivamente envolvidos. Espero que nosso mercado possa reagir para podermos juntos colher frutos mais justos de um trabalho tão importante e complexo quanto o do Orçamentista.