Como Fazer Orçamento de Obras de Maneira Eficiente – O Guia Absolutamente Completo

Você já teve a sensação de achar complicado demais realizar orçamento de obras?

Acredito que muitos quando se deparam com a primeira planilha de orçamentos da vida, se sentem assim.

 E realizar orçamento de obras pode ser bem simples, mas não quer dizer que ser simples é ser fácil.

Olhando no meu próprio passado, quando tive a oportunidade do primeiro contato, tive a mesma sensação.

Não foi um amor à primeira vista, mas com o tempo formamos uma boa relação de “ganha–ganha”.

Quando se aprende a realizar os mais diversos tipos de orçamento de obras, a sensação é incrível e dificilmente você vai querer parar por aí.

Logo nesse primeiro artigo, você aprenderá o quão simples pode ser orçar uma obra.

Mas primeiro, você pode estar em dúvida, porque é tão importante me especializar nessa área?

 A reposta poderia ser longa e contar com no mínimo 7 motivos importantes mas vou focar em apenas um.

Vou citar um único e valioso motivo …

Ela é a sua principal porta de entrada para o mercado de trabalho.

 Mas porque Gustavo?

Simples! Já vou explicar.

Se o destino natural de um recém-formado geralmente é o escritório, motivo pelo qual ainda não se tem experiência em campo suficiente para assumir uma obra.

Logo, se você não souber nada sobre orçar, planejar ou qualquer tema importante de uma rotina de escritório, sua chance de conseguir uma vaga cairá drasticamente.

Seja em uma construtora de pequeno, médio ou de grande porte.

Continue lendo esse artigo para aprender mais sobre o guia completo para realizar orçamento de obras de maneira eficiente.

E acredite, com esse conteúdo ficará fácil entender e conhecer um ponto de partida para todos os tipos de obras.

Ter esse conhecimento pode fazer toda diferença entre atuar ou não atuar na área.

Existe diferença entre orçamento e orçamentação?

orcamento-orcamentacao-diferenca

O orçamento é o resultado de uma orçamentação.

Então, o orçamento é o produto e a orçamentação é o processo para chegar no resultado.

Sendo assim, todo o processo abordado até a planilha final, estarei me referindo sempre ao processo de orçamentação.

Nunca confunda um com o outro!

As estimativas de custos passam por um processo de previsão de como será realizada a obra.

Gosto muito de comparar com um jogo de xadrez, você sempre tem que antecipar 4 ou 5 jogadas futuras do seu oponente.

Assim, podemos prever um ataque ou preparar um belo contra-ataque.

E, no caso de orçar estamos falando sobre estratégias de logísticas, custos de mão de obra por região, alternativas de métodos construtivos, etc.

Logo, o seu maior adversário é o risco envolvido nessa previsão.

Dica: Estude o máximo possível o projeto, os requisitos, a localidade e os métodos construtivos e principalmente, realize muitas simulações.

Sim, simulações de métodos construtivos diferentes, de custos de equipamentos e alternativas para diminuir os custos na execução da obra podem ser a chave entre ganhar ou perder uma licitação.

Mas, muito cuidado ao realiza-las, essa etapa exige um certo grau de experiência e conhecimento sobre como executar os serviços.

Se não tem domínio sobre o tipo de obra, trabalhe sempre em equipe e procure “feedback” de coordenadores ou com um bom engenheiro de campo experiente.

E, já que falei sobre conhecer os serviços, essa sem dúvida é uma das características mais importante para um bom orçamentista.

Agora, se você não tem esse conhecimento, não se preocupe é por isso que criei esse blog. 🙂

Outro aspecto importante é a leitura e interpretação dos projetos, mas falarei mais sobre esse conceito daqui a pouco.

Voltando aos serviços, quanto mais informações detalhadas, com projetos bem definidos, maiores as chances de o valor estar próximo da realidade, porém nunca será exato.

Sim, orçar é um trabalho de previsão e em alguns casos podemos considerar um verdadeiro “jogo de adivinhações”.

Nunca será possível acertar com precisão, mas podemos chegar a um preço de venda o qual beneficie tanto as empresas quanto os contratantes.

Portanto, realizar todos os passos anteriores com qualidade é fundamental para atingir o sucesso do orçamento e consequentemente da empresa.

Atingindo resultados com margens de erro aceitáveis tanto para mais quanto para menos.

E acredite, errar para mais nem sempre é vantagem para a construtora.

A longo prazo pode-se pagar um preço muito alto por falta de credibilidade, caso o cliente descubra e acredite que o erro foi feito de má-fé.

Em todos os casos, sempre trabalhe com respeito e integridade com o contratante/ cliente.

Como é realizado os orçamentos nas construtoras

orcamento-nas-contrutorasAqui temos duas vertentes, os das grandes e pequenas empresas.

E em cada uma delas, existe uma peculiaridade.

Nas grandes empresas, temos departamentos dedicados a realizar orçamentos com uma equipe treinada e bem estruturada.

Elas geralmente utilizam softwares ERP, integrando todas as áreas da construtora, armazenando históricos de últimas compras com informações valiosas.

Saber essas informações e adotar parâmetros de obras recentes pode economizar um bom tempo em cotação de preços.

Já nas pequenas empresas, geralmente o proprietário realiza os próprios orçamentos com base em sua experiência.

Quando se realiza obras do mesmo tipo na mesma região, esses orçamentos tendem a estar corretos e próximos da realidade.

Mas, apesar de presenciar esse tipo de orçamento com sucesso, não aconselho que se utilize como parâmetro.

Uma única alteração no memorial descritivo sem a devida atenção do proprietário, pode haver consequências graves.

Um único erro pode comprometer todo o trabalho e histórico de sucesso da empresa.

Outra péssima prática, é a distância entre o orçamentista e o engenheiro de campo.

Infelizmente já presenciei discussões intermináveis sobre quem errou:

A obra ou o orçamento?

A obra que foi mal executada, ou o orçamento com quantitativos e preços fora da realidade, impossibilitando o lucro.

Geralmente, vejo a obra sendo idolatrada em casos de sucesso e o orçamento sendo crucificado em casos de fracasso.

Talvez, por uma velha cultura impregnada de que a obra gera dinheiro e o escritório gera somente despesas.

O que está longe de ser uma verdade.

Só existe obra porque existiu orçamento – acabei de inventar essa.

Enfim, tirando meu péssimo gosto para brincar, o conceito aqui é o mais importante que você precisa entender.

Caso contrário não existiria obra e nem “dinheiro”, mas na realidade isso é esquecido rapidamente pelos coordenadores e proprietários.

E, se algum momento houver prejuízo, esteja preparado. A responsabilidade irá bater em sua porta.

Mas Gustavo, não existe uma maneira de evitar esse tipo de situação?

Obrigado por perguntar.

E a resposta é sim, existe!

Existe uma maneira de evitar e melhorar esse tipo de situação.

Quando se tem os dois lados da empresa trabalhando juntos, no processo de orçamentação e acompanhamento da execução.

Comparando assim, o previsto no orçamento com o realizado na obra.

Logo, se o engenheiro de campo participou do processo de orçamentação, dificilmente ele irá acusar o orçamentista.

Afinal, ele também foi responsável pela validação do orçamento.  🙂

Sem contar, que de quebra você consegue identificar o que foi previsto que estava fora e arrumar para os próximos!

Excelente! Todos ganham! E a sua empresa agradece.

As principais etapas de um bom orçamento de obras

principais-etapas-do-orcamento

Tudo o que vimos até agora é sobre o processo de orçamentação, no qual iremos obter ao final, nossa planilha de preço de venda da obra.

E, para falar sobre orçamentação você precisa entender as principais etapas desse processo, vou listar todas:

  • Requisitos ou estudo das condicionantes;
  • Composição de custos;
  • Fechamento do orçamento.

Para iniciar um orçamento, vamos utilizar todo o tipo de requisitos que poderá ser levantando através de projetos, memorial descritivo ou visita técnica.

E a partir desse ponto começamos a quantificar os serviços.

Não esquecendo, que saber em detalhes como executa um serviço pode ajudar bastante nesse processo.

Isso é facilmente resolvido com experiência, livros, cursos sobre como executar os serviços, blogs, vídeos, visitas em obras, etc.

Logo, já que iniciamos a quantificação, ler e interpretar os projetos se torna essencial para seguir com o quantitativo.

Afinal, um trabalho depende exclusivamente do outro.

E, para fechar essa etapa realizamos as cotações de insumos e pesquisas sobre custos de mão de obras, empreitada ou própria.

Enfim, levantamos os custos indiretos, aplicamos os impostos e a margem de lucro desejada.

Obtendo finalmente o preço de venda da obra.

Simples assim!

Requisitos ou estudo das condicionantes

estudoPara começarmos o orçamento, precisamos de algumas informações.

Qual o tipo de obra?

Como está o local da obra? Precisa ser realizado algum tipo de serviço de terraplanagem? ou está pronta para iniciar?

Acesso? É complicado? Trânsito? Distancia para possíveis fretes?

Tem água e luz disponível, vou conseguir realizar ligações provisórias ou terei de utilizar outros meios?

E por aí vai, análise do solo, tipo de fundação, alvenaria, revestimento, instalações…

Para obter esses requisitos, verificamos com o cliente, retiramos do projeto executivo (arquitetura, estrutura, instalações, paisagismo, impermeabilização, etc.) e também através do memorial descritivo da obra.

E observando a rotina de pequenas e medias empresas, em inúmeras vezes você não tem acesso aos projetos executivos para realizar o orçamento.

Sim, infelizmente essa é a realidade de muitas construtoras.

Pensando nisso e tentando minimizar esse problema eu criei um método com anos de aprendizado para ensinar essas estimativas.

O verdadeiro objetivo é treinar os alunos para situações de maiores dificuldades e preparar para sentir confortável, já que no momento que obtiver todos os projetos, estará calejado e resolverá facilmente.

Afinal, se sem o projeto você deu conta, com os projetos vai ser “moleza”.

O curso é um verdadeiro sucesso, com quase mil alunos no momento em que escrevo.

Enfim, voltando para o artigo.

Para aprofundar nesse estudo das condicionantes você precisa entender os 3 passos importantes desse processo.

  1. Leitura e interpretação do edital
  2. Leitura e interpretação dos projetos e memorial descritivo
  3. Visita técnica

1. Leitura e interpretação do edital

licitacoes

O edital é o documento que define as regras para participação em licitações, no caso de obras ele define as regras do projeto.

E para ler e interpretar um edital é fácil, geralmente começa com as definições de data e horário de entrega dos envelopes (Proposta e Habilitação).

E ao longo do documento você identifica os requisitos de cada envelope, com as especificações de cada item.

Logo na entrega os documentos serão analisados e o melhor preço com todas as exigências atendidas será a vencedora da licitação.

Vou deixar para aprofundar nesse tema em outro artigo porque ele é bem extenso.

O importante aqui, é entender que existem alguns aspectos na leitura e interpretação que serão essenciais para a elaboração da proposta:

  • Prazo da obra;
  • Penalidades por atraso;
  • Medições, pagamentos e se existem reajustes ou possíveis aditivos em caso de erro no quantitativo pelo órgão público;
  • Os horários de trabalho das equipes;
  • Seguros, como exemplo caução de participação ou de contrato, geralmente de 1% e 5% respectivamente.
  • Obrigações do contratante para facilitar o acesso e instalações provisórias de água e luz.

E, talvez o ponto mais importante é de sempre conferir os quantitativos da planilha fornecida no edital.

Com os projetos dá perfeitamente para conferir, se atente aos itens mais relevantes de uma curva ABC de serviços por exemplo.

Assim, pode-se evitar grandes perdas em contratos de licitações com uma simples conferência.

2. Leitura e interpretação dos projetos e memorial descritivo

leitura-de-projetosRealizar uma boa leitura e interpretação do projeto, é essencial para inserir no orçamento de obras tudo aquilo que o projetista e o cliente ambiciosamente definiram como parte importante do produto final.

E que se espera ser executado e entregue pelo construtor.

Se a leitura for errada, faltará escopo no orçamento mas pode ter certeza que na hora da execução haverá cobrança sobre os requisitos previamente definidos.

Muito cuidado nessa etapa! O produto final será criado a partir dessas informações técnicas.

Em breve estarei disponibilizando uma novidade nessa etapa já que ela depende exclusivamente da experiência do orçamentista.

3. Visita Técnica

visita tecnica

Uma visita técnica sempre é bem-vinda antes de realizar qualquer tipo de obra.

Logo, torna-se uma boa prática para evitar surpresas na hora de executar o contrato.

Assim, podemos listar alguns dos itens mais importantes para levantar na visita e aproveitar ao máximo desse dia dedicado exclusivamente a essa tarefa, vamos ver juntos:

  • Registrar o local e os pontos chaves, através de fotos para mais tarde consultar em caso de dúvida;
  • Analisar o estado das vias de acesso a futura obra;
  • Verificar o acesso de equipamentos, materiais e disponibilidade de mão de obra daquela região;

Tire o máximo de informações importantes para a elaboração do orçamento de obras.

Muitas empresas com receio de esquecimento dos profissionais, fornecem modelos de levantamento com perguntas padronizadas.

Assim, diminui o esquecimento e melhora o processo de levantamento de dados.

Composição de custos

composicoes-de-custosAgora ficou fácil continuar o orçamento de obras.

Com todos os requisitos em mãos é hora de identificar e quantificar os serviços.

Apesar de simples, essa etapa precisa ser realizada com muita cautela, um pequeno erro no quantitativo de um serviço pode colocar todo o trabalho a perder.

Feito o quantitativo, vamos para o custo direto.

Que é simplesmente inserir os preços unitários dos serviços levantados.

Considera-se como custo direto todos os ônus realizados diretamente em campo.

Geralmente cada empresa possui suas próprias bases de dados com composição de custos.

Ou, se não possuem, deveriam.

Levantar suas próprias base de composição é uma vantagem competitiva absurda com quem não tem ideia de quanto custa 1 m² de um determinado serviço.

As composições de custos demonstram nossos gastos por unidade de serviço.

E, em cada serviço, seus respectivos insumos necessários para execução.

Depois dos custos diretos, devemos levantar os custos indiretos.

E, por sinal correspondem ao oposto do direto, é todo custo que não é assimilado com os serviços de campo, mas que são necessários para que eles sejam executados.

Devemos nessa etapa, levantar os custos de escritório, celular, automóvel, engenheiro, mestre de obras, etc.

Começamos então a cotação de todos os insumos da composição, direto e indireto.

Com todos os custos em mãos, podemos utilizar o departamento de suprimentos para ajudar nesse procedimento.

Para finalizar a composição de custos, é necessário inserir os valores dos encargos sociais trabalhistas.

Essa porcentagem vai depender muito de cada construtora e sua região, geralmente fica entre 105 a 135%.

E, significa se a hora homem de um carpinteiro é por exemplo:

R$ 5,00/h – custo direto, para o empregador o custo no mínimo sairá por R$ 10,25/h, utilizando um encargo de 105%.

Sim, acredito que agora você entenda quando seu diretor chega na obra e vê aquele monte de funcionários parado, o desespero que bate não é à toa.

Essa alta porcentagem é resultado dos inúmeros impostos que incidem sobre a hora homem e aos direitos dos trabalhadores (férias, décimo terceiro, aviso prévio, etc.)

Fechamento do orçamento

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Para finalizar nosso orçamento detalhado com todas as etapas, restou apenas inserir a lucratividade desejada e os impostos.

Esses valores são bem variados, principalmente lucro, que irá depender de cada empresa.

Desde a necessidade de ganhar uma obra até o risco embutido na proposta.

E, para realizar essa última etapa, utilizamos o BDI, que será aplicado sobre o custo direto da obra.

Esse fator irá representar na planilha o custo indireto, lucro e impostos.

Existe uma fórmula bem simples para o BDI. Assunto pelo qual renderia um outro guia completo.

A definição mais simples de BDI é Benefícios (lucro) + Despesas Indiretas.

E, após todos os passos anteriores, nasce nossa planilha de obras com todos os serviços levantados corretamente sem esquecer de nenhum detalhe importante.

Assim, geramos nossa planilha de preços, dependendo do sistema que você utilizar, facilmente podemos emitir relatórios de curvas, composições, Leis Sociais e BDI.

Utilize esses relatórios para indicar quais os serviços devem ser revisados e quais em hipótese nenhuma pode ter algum tipo de desvio.

Conclusão

orçamento-de-obras

Elaborar um orçamento detalhado não é fácil, mas pode sim ser simples.

Mesmo que comece sem experiência, existe uma vantagem competitiva que pode colocar você alguns quilômetros à frente da concorrência.

E essa vantagem se chama conhecimento.

Ler um artigo sobre esse assunto me mostra que você tem interesse na área e está buscando por conhecimento.

Parabéns por ter chego até aqui.

Quer se tornar Especialista em Custos? Recomendo o treinamento oficial do blog Engenheiro de Custos.

Esse é o primeiro post de uma jornada na engenharia de custos.

Gostou do artigo?

Eu adoraria saber a sua opinião sobre o post através de um comentário logo abaixo.

E caso ele tenha sido útil para você, aproveite para compartilha-lo com um amigo que precise de dicas como essas para colocar em prática conceitos de orçamento de obras.

E será uma grande honra contar com você nessa jornada.

Porque juntos somos mais fortes.

Afinal, ser Engenheiro de Custos é muito mais que preencher uma planilha.

Forte Abraço e até o próximo artigo!

  • Maraíze Lopes

    Obrigada por compartilhar seu conhecimento, Gustavo. Na minha cidade essa profissão não é muito comum, o que me deixa sem muito contato com profissionais da área e dificulta a troca de experiências. Amei ler esse texto. Por favor continue esse trabalho. Estou aguardando os próximos posts.

    • gustavo

      Olá Maraíze, de nada! Bacana, aqui podemos compartilhar e trocar muitas informações de orçamentos com vários profissionais. Fico feliz em saber que gostou, continue acompanhando o blog. Abraço

  • Pedro Calulo

    Agradeço a explicação dada e dizer também que estás a fazer um optimo trabalho, eu já trabalho como orçamentista mas estou a aprender muito mais contigo, afinal de contas o saber não ocupa lugar, abraços e bom trabalho.

    • gustavo

      Obrigado Pedro, fico feliz em saber que gostou, continue acompanhando e concordo com você o aprendizado sempre é constante. Aprendo muito com vocês a cada dia. Abraço

  • Walzenira Miranda

    Gostei muito do artigo. O texto está bem claro e didático, estou iniciando minha vida profissional, e por mais que nem esperasse, acabei vindo para a área de orçamentos. Espero aprender muito, aliando minha busca em pesquisas e a experiencia de profissionais como você. 😉

    • gustavo

      Obrigado pelo comentário Walzenira. Eu também iniciei nessa área por acaso, no começo não era um fã de escritório mas com o tempo me adaptei e consegui aprender muito. Hoje vejo a importância de ter feito a escolha de me aprofundar nesse assunto e o quanto isso foi essencial para ter sucesso como engenheiro. Abs

  • Jocélio Lourenço

    Excelente texto e bastante esclarecedor. Depois dessa leitura só me
    reforça a vontade de se tornar um Engenheiro de Custos. Parabéns! Já
    estou na espera das próximas publicações.

    • gustavo

      Obrigado Jocélio. Boa sorte na jornada de Custos, espero contribuir para sua formação.
      Opa, em breve mais conteúdos como este.
      Continue acompanhando.
      Abraço

  • Luiz Guilherme Borba

    Muito bacana! Essa área sempre despertou meu interesse! Parabéns!

    • gustavo

      Obrigado Luiz Guilherme, é uma área bem bacana mesmo… espero contribuir na sua jornada… Abraço

  • marcos prestes

    Bom dia Gustavo, execelente artigo, Parabéns pela disponibilização de conhecimento.
    Gostaria de saber o seguinte: Querto entrar de cabeça nessa área, o que vc me indicar a estudar, especialidaes, cursos extra currivulares, etc. Em 2016 faço o último ano da faculdade, inclusive se tiver alguma sugestão de tema pra esta área em TCC fica muito agradecido. Na minha faculdade os professores não são muitos bons nesta área, se entrar com tcc, tenho que procurar fontes fora.
    Abraços e bom final de ano. Se puder responder no meu email, [email protected].

    • gustavo

      Marcos, obrigado pelo comentário…
      Bacana, um assunto interessante e sou suspeito para falar porque gosto muito, é sobre composições de preços, você poderia realizar um estudo com as bases existentes e comparar os coeficientes se estão realmente de acordo com a sua região … as descobertas seriam infinitas de assuntos … produtividade de material, mão de obra e equipamentos, planejamento utilizando esse estudo … criação de uma nova base especifica para um tipo de construção e por aí vai… ficaria com um TCC muito rico e poderia utilizar depois, implementando em alguma empresa ou na sua própria… Espero ter ajudado … Abraço

  • Thiago Ferreira

    Boa Tarde Gustavo, muito obrigado mesmo pelos conteúdos do blog, são excelentes parabéns. Acabei de me formar Engenheiro Civil é nessa área de Engenharia de Custos que vou me especializar !!

    • gustavo

      Thiago, de nada.
      Eu que agradeço sua participação … bacana, Parabéns pela formatura e boa sorte na sua jornada em Custos … é uma excelente área .. muito sucesso .. precisando de alguma coisa me avise .. Abraço

  • Nevton Júnior

    Boa noite Gustavo!! Hoje atuo na execução de obras mas me interesso muito por essa área de custos. Gostaria de umas dicas de como posso me ingressar nessa área de custos. Estou pensando em fazer um MBA em Engenharia de Custos pelo IBEC (Instituo Brasileiro de Engenharia de Custos) o que você como profissional há algum tempo da área acha? Desde já agradeço sua atenção.

    • gustavo

      Nevton, bom dia … Bacana! Eu sei que existe essa pós mas não tenho referência sobre a qualidade… Continue acompanhando o Blog! Abraço

  • Evaristo André Neto

    Parabéns pelo post! Obrigado por compartilhar seu conhecimento de forma tão simplificada.

    • gustavo

      Obrigado Evaristo!! Fico feliz em receber comentários como este. Precisando de alguma coisa me avise. .. Abraço

  • Vanuce Vilela

    Boa noite Gustavo, gostei bastante do artigo e não é o primeiro que leio no blog. Você demonstra o conhecimento de modo claro e parece simplificar todo o processo de orçar, não que pareça fácil. Estou bastante interessada no seu método e no que diz respeito a custos e orçamentos, pretendo me especializar na área. Gostaria de saber como é esse mercado para mulher e como faço pra conseguir um estagio nessa área. No aguardo de novos post. Abraço.

    • gustavo

      Vanuce, bom dia. Obrigado pelo comentário!

      Neste artigo eu falo um pouco sobre estágio e como se capacitar para conseguir entrar na área.

      http://engenheirodecustos.com.br/obras/

      Conheço muitas mulheres que atuam neste mercado, geralmente são mais detalhistas que os homens o que ajuda no processo de elaboração de orçamento e planejamento.

      Qualquer dúvida, pode entrar em contato pelo [email protected].

      Atenciosamente,
      Gustavo

  • Mariana Julio

    Parabéns, Gustavo! Seus artigos são ótimos, bem esclarecedores!

    • gustavo

      Mariana, Obrigado! Gostou mais dos vídeos ou dos artigos?

      Att,
      Gustavo

  • João Pedro

    Bom trabalho esse que está fazendo Gustavo, sou João Pedro, estou no 6º semestre de engenharia civil, estou vendo exatamente esse conteúdo, essa é uma área muito boa, gostaria de ter mais conhecimento sobre a mesma. Estou pensando em fazer mestrado em geotecnia logo em seguida por que gosto dessa área, quero está por dentro de todas áreas que a engenharia civil abrange. Assim que puder adquiro esse curso. Grande abraço!

  • Jefferson M. Alves

    Gostei bastante do artigo e também do blog. Ainda sou acadêmico e artigos como este clareiam muito as coisas para mim na engenharia. Com certeza essa é uma área que passei a olhar com bons olhos para minha inserção no mercado. Continuarei acompanhando cada post do blog e muito obrigado pelas dicas valiosas.

  • Fernando Jajah

    Boa tarde Gustavo, sou de Goiânia, sigo vc desde o Engenharia minuto. Parabéns pelo blog. Formei no final do passado em Eng. Civil, estou me capacitando e vejo não só como uma excelente oportunidade mas como algo de extrema Importância se Torna um Engenheiro de Custo e obrigado por dividir suas experiências na área. abraços.

  • Aguinaldo Ferreira

    Parabéns pelo artigo, foi uma ótima orientação para realização de meu trabalho. Atualmente trabalho apenas com orçamento para obras MCMV construídas pela construtora na qual trabalho, mas almejo trabalhar com obras maiores e alcançar o máximo de proximidade entre os resultados de minhas planilhas e os resultados encontrados na execução das obras por mim orçadas. Continuarei a acompanhar teu blog.

  • Jefferson Rodrigues

    Muito bom!! Sou formando em engenharia Civil mas estava meio temente com essa crise, oportunidade de emprego para recém formado e muito difícil por questões de experiência. Agradeço a luz que você Gustavo Martins me proporcionou para olhar para área de Custos e projetos.

    • gustavo

      Obrigado Jefferson, fico feliz que tenha de alguma forma ajudado. Continue acompanhando o blog e sucesso na sua carreira … Abraço

  • Aurelio Nunes

    Parabéns Gustavo gostei muito do artigo, estou no sexto período e tenho muitas duvidas sobre como seguir e como funciona o trabalho na pratica, venho procurando estágio e enquanto não encontro busco aprender sempre mais para quando chegar estar mais preparado possível e o seu blog esta sendo de muita ajuda para isso. você não poderia disponibilizar um exemplo de orçamento já pronto para eu entender um pouco melhor. email: [email protected] desde já agradeço

  • Larissa Oliveira

    Boa tarde. Muito bom todo o artigo ! Com certeza fará muita diferença em minha carreira como Engenheira. Muito completo o artigo, a explicação muito bem feita. Agradeço pelo material !

    • gustavo

      Eu que agradeço o comentário Larissa, fico feliz em saber que estamos contribuindo para sua carreira profissional. Sucesso! Att

  • Marcela Cunha

    Boa tarde Gustavo! Vi um compartilhamento da sua página no facebook e me interessei bastante. Estou terminando engenharia civil e faço estágio há 2 anos na área de planejamento e orçamento; logo me identifiquei muito. Parabéns por compartilhar seus conhecimentos! Vou acompanhar suas publicações e tenho certeza que vou aprender muito com você.

    • gustavo

      Obrigado pelo comentário Marcela! Continue acompanhando o blog .. precisando de alguma coisa nos avise.
      Att,

  • Adryano Wanderley

    Parabéns Gustavo! Muito bom seus artigos, eles estão me ajudando bastante.

  • Geovan Crystian

    Gustavo, muito bom o seu artigo.

  • Renata Brito

    Parabens pelo conteudo Gustavo! Adoro o seu site, sempre acompanho.

  • Braulio Giovanni Silva

    Muito bom o artigo, Obrigado!

  • Fernandes Fonseca

    Boa tarde Gustavo, sou estudante do curso técnico de edificações e estou tendo muita dificuldade na disciplina de orçamento de obras, andei procurando artigos sobre o assunto na net e não achei nenhum tão esclarecedor pra mim quando o teu artigo.
    Queria saber a respeito do teu curso, fiquei muito interessado.
    Sou estudante de engenharia eletrica, mas ganhei o curso de edificações do governo e estou fazendo, afinal todo conhecimento é válido. Esses seus artigos estão me ajudando muito a entender mais da área, muito obrigado por dividir seus conhecimentos com a gente.
    Estou querendo muito entender e aprender sobre orçamentos de obras. Espero um feedback seu a respeito do curso! Boa tarde.

  • Robson Morais

    muito instrutivo, obrigado.

  • Marcelo Brito De Morais

    Parabéns, Gustavo! Me formo aqui 40 dias, e estou bem ansioso, hsausha. Essa é a área que escolhi pra trabalhar também, e quero me especializar. Conheci seu blog há uns dias, e sei que vai me ajudar muito! Se tiver um e-book pra recomendar, ficaria grato, amigo! Abraço

  • Felipe Almeida

    Gostei muito do artigo. Esclareceu muita dúvidas que eu tinha! Estou no começo do curso de Engenharia Civil e sempre enxerguei o trabalho como Engenheiro de Obras como a melhor opção e a mais importante, mas a partir desse artigo passei a me interessar mais pela função do Engenheiro de Orçamentos.
    O blog já está nos meus favoritos, parabéns pelo trabalho!

  • Josafa silva matias

    Meus parabéns Gustavo, um belo trabalho. Bom gostaria de algumas dicas.Sou novo no ramo e me interessa em muito está área de projetos, elaboração de orçamentos e gestão, Você teria algumas dicas de estudos?

    Obrigado desde de já pelas publicações.

  • Rodrigues

    Excelente trabalho que tem feito. Um grande abraço!

  • Nilson

    Muito obrigado pelo o artigo não sou engenheiro mas, faço os orçamentos da minha empresa que atua na construção civil como instaladora de elétrica e hidráulica e o artigo me abril novos horizontes para confeccionar um orçamento

  • Olá Gustavo, boa tarde. Gostaria de saber como faço para baixar seus vídeos e transferí-los ao meu pen drive, assim como os seus artigos, pois gostei muito e achei importante e porque acho indispensável consultá-los, nos momentos em que mais precisarei, nós não sabemos do amanhã. Caso seja possível, poste aqui no seu blog ou também peço, encarecidamente, que me repasse para meu Email: [email protected] .Agradeço sua atenção à este Email. Abraços.

  • ThiaGo C. SanTos

    Gustavo, você ainda realiza cursos de Orçamento?

  • Luiz Auriney Macedo Moreira

    Boa noite Gustavo, parabéns. Excelente artigo, bem esclarecido e bem pratico. Ate para quem não tem experiência o assunto parece fácil. Estou no 8 semestre de engenharia civil, e diante da saturação de mercado atual, a área de custo parece ser uma saída. Estou entrando de cabeça, e seus artigos tem me ajudado bastante. Já tenho curso de leitura e interpretação de projetos, Excel, MS project. Gostaria de mais dicas de aperfeiçoamento e de curso extra curriculares.Desde já muito obrigado e mais uma vez parabéns pelo trabalho realizado.
    Contato: [email protected]

  • Renan Luis Zingra

    Parabéns pelo artigo! Tira muitas duvidas e gera um bom conhecimento!

  • Emilio Sangali

    Gustavo, primeiramente parabens pela planilha… bom gostaria de saber oque significa na aba composição de preço da planilha ( Coef.) como achar isso, e na mesma aba ( valor LS )e como achar isso.. Aguardo. Abraço

  • Rosivan Manoel

    Bom dia, excelente artigo meu camarada, vou compartilhar com os amigos interessados no assunto!

  • NILTON FERNANDO NASCIMENTO

    bom dia Gustavo, excelente documento.

    • gustavo

      Obrigado Nilton! Abraço

  • Jose Maciel Mello

    Excelente artigo Gustavo. Continue assim, compartilhando.

    • gustavo

      Obrigado Jose! Abraço

  • Lucas Neto

    Ótimo artigo para quem tá iniciando o Estudo e a Aplicação da Engenharia de Custos no seu dia a dia. Parabéns Gustavo pela iniciativa.

    • gustavo

      Obrigado Lucas! Continue acompanhando as atualizações. Abraço

  • Cintia Ema Padovan

    Bom dia, Gustavo.
    Sempre me deparo com probleminhas de quantificação x preço. Por exemplo: Quantificação de revestimentos em geral, sempre calculo a colocação com a metragem do local, sem considerar a perda. Estou me deparando com fornecedores que calculam a instalação incluindo a metragem da perda. Está certo isso?
    Agradeço poder participar e envio meus parabéns pela sua iniciativa. Obrigada!

    • gustavo

      De nada Cintia! Você pode inserir as perdas nas composições de preços ao invés do quantitativo, assim você não precisa sempre inserir no quantitativo. Espero ter ajudado. Agradeço pelas palavras! Abraço

  • Doriel Carvalho

    Parabéns pelo post, bastante rico em detalhes, sou estudante de Eng. de Produção e gostaria de saber se há algum empecilho em iniciar nesse segmento profissional, devido ao mesmo ser da hegemonia da civil.

  • Alexandre Barone

    Boa apresentação. muito útil. parabéns e obrigado pelas informações

    • gustavo

      Obrigado Alexandre! De nada!! Qualquer dúvida me avise meu amigo. Abraço

  • Esiel de Azevedo

    Muito Bom Arquivo.
    Está de parabéns.
    Simplesmente Fantastico.

    • gustavo

      Obrigado Esiel. Abraço meu amigo.

  • Viviane Carvalho

    Gostei muito do artigo, iluminou bem a minha mente.

    • gustavo

      Obrigado Viviane, continue acompanhando o blog. Abraço

  • Nielson Silva

    Boa Noite Gustavo, achei tb ótimo o seu blog.
    E gostaria que podesse me esclarecer essa dúvida sobre uma questão de Concurso que tentei responder mais continuo com dúvidas; a questão era a seguinte:
    ” Ao preparar o orçamento de uma edificação para construção e posterior venda, um engenheiro previu os seguintes itens: custo direto da obra: R$ 600.000,00; custo indireto da obra: R$ 40.000,00; administração central: 4%; imprevistos: 1%; lucro: 12% e impostos: 8%. O preço de venda desta edificação é, em reais, ”
    (A) 840.000,00 (B) 830.040,00 (C) 880.000,00 (D) 902.060,00 (E) 924.126,00
    Bem somando todos os percentuais de custos teríamos 25%, além do custo indireto de R$ 40.000,00 ; Calculando todos em cima do custo direto da obra q é de R$ 600.000,00, teremos 25% do Custo Direto + 40.000,00 do Custo Indireto não seria isso?
    Tire-me esta dúvida por favor?

    • gustavo

      Obrigado Nielson!

      Resposta certa da questão, alternativa a) 840.000,00

      A fórmula do Preço de Vendas é PV = Custo/1-i%

      Qualquer dúvida me avise . Abraço

      • Nielson Silva

        Valeu pela informação Meu Nobre, já ficou esclarecido

        • gustavo

          Boa Nielson!

          Abraço